quarta-feira, 28 de setembro de 2011

E quando eu pensava que nada mais me podia surpreender, eis que me deparo com isto...


imagem encontrada algures pelo google
... "Uma aplicação para o telemóvel Android garante identificar sem dúvidas se alguém é homossexual. E tudo com algumas perguntas..
A nova aplicação para o Android está a ser recebida por um coro de críticas. Destinada para os pais, o app É o meu filho gay? garante determinar a orientação sexual dos adolescentes.
Para isso apresenta 20 perguntas de resposta Sim e Não. Eis algumas:

1. Ele gosta de futebol?

2. Antes dele nascer, desejou que ele fosse uma menina?

3. Ele tem algum piercing na língua, nariz ou orelha?

4. Ele demora-se a arranjar-se antes de sair de casa?

5. É divorciada?

6. Ele gosta de comédias musicais?

7. Ele é próximo do pai?

No final do questionário, a aplicação apresenta um resultado. No caso positivo, adverte: "Não olhe para o lado! Ele é gay! Aceite-o."



É que já não bastava uma máquina para dar beijocas "primas daquele peixinho espalmado que se vê nas peixarias" à distância lá para os países japónicos, vai daí lembraram-se desta maravilhosa aplicação para os telemóveis, assim tal qual "Sudoku"...

Minh'almatáparva!


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mulheres, Comida & Deus - Geneen Roth

imagem e sinopse retiradas daqui

Sinopse:

Não importa que seja sofisticada, saudável, culta ou que não tenha dinheiro, o seu modo de comer diz tudo.

"Se está a sofrer com a relação que tem com os alimentos – comer de mais ou muito pouco, pensar constantemente sobre o que deve comer ou não pensar sequer sobre isso –, poderá vir a ser uma mulher livre. Olhe para o seu prato. As respostas estão lá. Não fuja. Observe. Porque quando enfrentamos o que mais queremos evitar, entramos em contacto com essa parte de nós que nos faz sentir fortes e vivas. Alcançamos a vida que realmente queremos ter e evocamos a divindade.

Com intensa compreensão e humor irreverente, Roth segue o rasto das compulsões alimentares desde um início subtil até a um fim inesperado. A autora ensina-nos a fazer uma análise pessoal, mostrando aos leitores como usar a sua relação com a comida na descoberta da satisfação que sempre procuraram. A sua relação com a comida, independentemente dos conflitos, é a porta para a liberdade, afirma Roth. Aquilo de que mais nos queremos livrar é por si mesmo uma porta de entrada para o que mais queremos: a desmitificação da perda de peso e a presença lúcida do que muitos de nós apelidam de «Deus».
Repleto de revelações em cada página, este livro é uma viagem, que surpreende pela positiva, a uma relação profundamente satisfatória com a comida, o seu corpo… e com quase tudo o resto. Mulheres, Comida e Deus é simplesmente um guia para a vida."

Um livro surpreendente e real. Mostra-nos que a comida está longe de ser o único prazer da vida e qual a relação que temos com ela. É que nem sempre comemos apenas quando temos fome...
Um livro que dá que pensar...
Recomendo!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Eheheh :)

imagem recebida via mail
(clique para aumentar)

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Dá que pensar...


A mulher é mais mulher aos 30 anos....

Uma mulher é muito mais mulher aos 30 anos. Eis o que quero dizer: tome a mesma moça aos 20 anos e aos 30. No segundo momento ela será talvez umas sete ou oito vezes mais interessante, mais sedutora, mais irresistível do que no primeiro.

Aos 30 anos, a mulher se conhece mais e é por isso muito mais autêntica, centrada, certeira - no trato consigo mesma e na relação com o seu homem. Aos 30, a mulher tem uma relação mais saudável com seu corpo. Aos 30, ela está muito mais interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorar o que for feio e baixo astral e ser feliz o máximo que der. Se o seu homem não gostar dela do jeito que ela é, dane-se!! Uma mulher de 30 só quer quem a mereça.

Aos 30, ela sabe se vestir. Domina a arte de valorizar as partes do corpo que lhes são pontos fortes e de tornar discretas aquelas que não interessa tanto mostrar. Melhora muito a qualidade da sua escolha de sapatos e acessórios, tecidos e decotes, cores e combinações, maquiagem e corte de cabelos. A mulher de 30 só vai na boa. Gasta mais, porque tem mais dinheiro, mas, sobretudo, gasta melhor. Tem gestos mais delicados, posturas mais elegantes, é mais graciosa e temperada. O senso de propriedade e a noção de limites de uma mulher de 30 não têm termo de comparação com outra de 20. Aos 30 ela carrega um olhar muito mais matador - quando interessa matar. E que finge indiferença com muito mais competência - quando interessa repelir.

Aos 30, a mulher não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher se pudesse não vestia duas vezes a mesma roupa nem acordava dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas aos 30 ela já sabe lidar melhor com esse aspecto peculiar da sua condição feminina. E poupa - exceto quando não lhe interessa poupar - o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a transformavam.

Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 30, tem pintas. Encantadoras, perfumadas trilhas de pintas. Que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos. (Sim: aos 20 a mulher é escolhida. Aos 30, é ela quem escolhe. Aos 20, ela é comida por alguém. Aos 30, é ela que decide para quem dar. Etc.) Com 20 ela eventualmente veste calcinhas que não lhe favorecem. E as pendura no registro do chuveiro. Aos 30, usa lingeries escolhidas a dedo. Que, sempre surpreendentes e com altíssimo poder de fogo, o seu homem nunca sabe de onde saíram. Aos 30, a mulher aprende a se perfumar na quantidade certa. E com a fragrância exata para a sua pele, para a temperatura do dia, para os tons da roupa que está usando. A mulher de 30, muito mais do que a de 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome.

Aos 30, ela é mais natural, mais elegante, mais sábia, mais serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Desenvolve um toque macio e quente, que sabe ser a um só tempo firme e suave. Fica tudo mais uterino, mais helênico, mais glamouroso, mais sexualmente arguto.

Aos 30, a mulher não faz mais experiências esdrúxulas. Quando ousa, no que quer que seja, costuma acertar em cheio. No jogo com os homens, já aprendeu a esgrimir no contra-ataque, construindo seus xeques-mates em silêncio. Quando dá o bote, é para liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra sua força na hora certa, de modo sutil. Não para exibir poder - mas exatamente para resolver tudo a seu favor antes de chegar ao ponto de precisar exibi-lo. Garante para si o que quer sem confrontos inúteis. E brinca com a sua pretensa fragilidade como uma ferramenta lúdica de prazer - seu e do seu homem. Sabiamente, goza de todas as prerrogativas da condição feminina sem ter que engolir nenhum sapo supostamente decorrente do fato de ser mulher.

Se você, leitora, anda preocupada porque não tem mais 20 anos - ou porque os têm, mas já percebeu que eles não vão durar para sempre - fique tranqüila, deixe de bobagem, desencane. Saiba que é precisamente aos 30 que o jogo começa a ficar bom.


Por Adriano Silva (editor da Super Interessante)


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Thirty, Flirty & Thriving...

Só para dizer que faço anos e quero mimos :P

Mas como eu não sou má de todo, deixo-vos com esta musiquinha que é tão velhinha quanto eu ;)

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Se estiveres triste e quiseres rir às gargalhadas...

imagem "a modos que" encontrada por aí na internet
... é só ver este programa que te passa logo a neura todinha! É que aqui estão reunidas as melhores pérolas da actualidade... De rir até as lágrimas "saltarem" dos olhinhos!
Sem comentários...

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Pensamento do Dia...

imagem retirada daqui
"Relacionamento não é aquela coisa colorida onde tudo se encaixa perfeitamente.

O nome disso é Lego!"

Vi esta frase algures no facebook e não resisti em partilhar convosco