sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

imagem retirada daqui
Estou assim hoje... Tudo culpa de uma criatura deveras iluminada que decidiu que às 2h da manhã era uma boa hora para andar na estrada a buzinar como se não houvesse amanhã!
Conclusão: lá se foi a minha rica noite de sono "pr'ó galheiro" e hoje nem com café a coisa anima :S

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Era uma vez uma menina que não gostava de rosa...

Não se sabe bem porque ganhou ela essa aversão ao rosa mas tudo indica que terá a ver com a sua infância...
Não se sabe ao certo quem foi a alminha que decidiu pintar o quarto da pequena e adorável criança de cor-de-rosa e decorar o quarto com colcha rosa e lençóis dos dálmatas a condizer e que lhe comprava vestidinhos rosa super fashion com lacinhos e rendas... e já para não falar da primeira barbie que recebeu que tinha um vestidinho de ballet rosa...
Esta criança, ao conviver com tanto rosa, ficou traumatizada e nunca mais quis saber daquela cor! Mas, mesmo passado uns anos, e  sabendo que ela não gostava de rosa, ainda havia pessoas que lhe ofereciam peças de roupa em rosa...
Apesar de tudo, guardou-as sempre no armário e de vez em quando lá as vestia quando andava mais jururu (que é como quem diz, com feitio do cão e nem ligava a nada)
Hoje em dia, mais velha e sábia (ou não), lá se vai rendendo de vez em quando a uma peça cor-de-rosa mas muiiiito raramente...
Por isso meus amores, quando tiverem uma filha já sabem! Nunca, mas nunca encham a pequena de cor-de-rosa...
E sim, a menina que ainda hoje não gosta muito da cor rosa, sou eu:)

Para sempre, talvez - Cecilia Ahern

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"Rosie e Alex vivem em Dublin e conhecem-se desde a escola primária. Sempre se mantiveram amigos e passaram juntos por muitas experiências desde a gravidez, ao casamento e divórcio. Um dia a distância separa-os: Alex parte com os pais para os Estados Unidos e Rosie sente-se muito sozinha. Consciente de que iria encontrar a felicidade junto de Alex, planeia ir ter com ele a Boston mas o destino força-a a manter-se na Irlanda. Uma série de malentendidos e azares deixa-os afastados e quando finalmente se reencontram não sabem o que fazer com a atracção que esteve sempre presente. Contado inteiramente através de correspondência escrita desde emails a cartas é um romance subtil e encantador sobre as nuances da amizade e amor."

O que dizer deste livro? Foi uma agradável surpresa ler este livro. Ri, emocionei-me e revi-me um pouco em algumas situações. Muito bom mesmo!
Recomendadíssimo!

Curiosidades sobre o livro e a autora:
- Cecelia Ahern, filha do primeiro ministro irlandês conquistou a popularidade e o sucesso de vendas no seu país natal e tornou-se conhecida em mais de 40 outros países com o seu romance estreia P.S. Eu Amo-te. Na esteira do primeiro livro, Para Sempre, Talvez promete revelar-se um novo bestseller.
- 17.000 cópias vendidas de Para Sempre, Talvez, em apenas uma semana, no Reino Unido.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Um filme para a vida...#3


Sinopse
"Flor é uma jovem mãe mexicana que emigra para os Estados Unidos da América em busca de uma vida melhor. O seu primeiro emprego é o de empregada doméstica, na casa de um chefe de cozinha, com uma mulher insegura e uma prole inquieta. Flor não sabe falar inglês, a comunicação que estabelece mistura a sua língua materna e a dos seus novos patrões, com um código que ambos conhecem, o da cozinha..." in sapo cinema

Uma comédia familiar agradável, com algumas nuances dramáticas... Não será de todo um enredo brilhante,  mas vale muito a pena ver só pela moral que a história nos transmite.
Recomendo!

A mentira tem perna curta!

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"A marca de pulseiras plásticas Power Balance, vendidas com o objectivo de darem mais força e equilíbrio a quem as usa, foi obrigada na Austrália a admitir publicamente que as pulseiras não funcionam e a reembolsar compradores insatisfeitos." in público
Só me apraz dizer que o que só agora descobriram, já eu o sabia há muito tempo! Mas algum dia na vida uma mísera pulseira de plástico tem poderes sobrenaturais  capazes de conceder força sobrehumana a quem a usasse? Mas isto é como tudo na vida, só cai na esparrela quem quer, não é verdade?

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Um minuto de cultura...ou vai daí, talvez não!

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Questão: Como nasceu o hábito dos casais andarem de mãos dadas?



Resposta: Foi um procedimento de iniciativa masculina...Se eu a soltar, ela vai às compras!!!
recebido via mail

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Just enjoy the ride...

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Ora cá estou eu de volta ao batente depois de umas mini-férias que ,apesar de terem sido mini, souberam pela vida! Agora toca a enfrentar mais um ano e um dia de cada vez :)
Tiveram saudadinhas minhas?