terça-feira, 20 de julho de 2010

Mas...ó amor...que raio de bicho és tu?

Amor, já dizia Camões, é fogo que arde sem se ver...

Vejo tantas pessoas preocupadas com a busca eterna por um amor correspondido e duradouro que começo a pensar " Afinal, que raio de bicho és tu?"
Já tive os meus amores ,como todos já devem ter tido um dia...Não me correram bem, é certo, mas se há coisa que aprendi é que não se deve procurar amor...Isso, meus amigos, é a pior coisa que podem fazer!
 Para já, dá uma dor de cabeça horrível. Segundo, amor perfeito é coisa que não existe (só mesmo nos filmes e mesmo assim...não sei não!). Terceiro, a vida tem coisas bem mais interessantes para fazer...
E porque estou eu hoje a falar de amor? Bom, o que me leva hoje a abordar este tema é uma situação da qual soube há pouco tempo e que me deixou com "pulga atrás da orelha".
Ora, conheci uma moça que namorava já fazia algum tempo e supostamente iria casar... Até aqui muito bem... Vim a saber há muito pouco tempo que afinal...já não há casamento... E porquê? Porque os pais da noiva não gostam do moço e "ameaçaram" não dar apoio nenhum ao enlaçe... Vai daí, a piquena acaba com tudo.
.....
Não é suposto o amor ser superior a estas coisas? Afinal, se gostavam assim tanto um do outro ao ponto de subirem ao altar, não seria isto que iria abalar a relação...Ok ,sim! Iria afectar de qualquer maneira mas não acho que seja motivo para se acabar assim com uma relação de tanto tempo... (mas se calhar é a minha vertente sonhadora e romântica aqui a falar) Os  pais é que iam viver com o moço ou construir vida em comum? Acho que não... A vida é deles e se queriam estar juntos, estavam e ponto final!
Agora, das duas uma: ou não era amor o que sentiam um pelo outro e andavam só porque não queriam estar sozinhos e não queriam ficar para "tios" ou então para sairem de casa dos pais...
Vocês podem achar estranho mas olhem que há muito casal por aí que é essa a impressão que me dá e o elevado número de divórcios que têm acontecido por esse país fora, ainda me leva a acreditar cada vez mais que o amor é um bicho muito estranho...
Eu acho que nunca seria capaz de ficar com alguém só porque sim, só para não ficar sozinha... E vocês?

imagem retirada daqui

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Trapped...

What to do when life has trapped you within a tangled web?
imagem retirada daqui

sexta-feira, 16 de julho de 2010

The Ugly Truth - A verdade nua e crua


SINOPSE

Produtora (Heigl) de um programa de TV sobre casos amorosos está insatisfeita e totalmente confusa com as ideias chauvinistas de seu correspondente (Butler), que quer a todo custo provar suas teorias sobre relacionamentos e ainda encontrar um amor para ela. As tácticas dele, no entanto, os colocam diante de um resultado completamente inesperado.

É um daqueles filmes que dá para soltar umas valentes gargalhadas com tanto "disparate" dos dois protagonistas, mas bom... vejam o filme e descubram!
Nota de 0 a 10: dou-lhe um 9 ;)

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Não é fácil, mas...


Quando a vida te oferecer um limão, diz: Ah, sim, eu gosto de limões. Que mais tens ai? (Henry Rollins)

terça-feira, 13 de julho de 2010

O Símbolo Perdido - Dan Brown

Sinopse:
"Doze horas alucinantes! O leitor mergulha mais uma vez num mundo de misticismo, sociedades secretas e locais escondidos de uma Washington pouco reconhecida. O que esconde, afinal, a Chave de Salomão? Que mensagens secretas estão codificadas nesse livro misterioso? Robert Langdon, o professor de Harvard especialista em Simbologia, tem apenas 12 horas para o revelar."

Gostei. Foi o livro que gostei mais de ler deste autor. Enquanto não cheguei à última página não descansei! A acção é de tal forma envolvente que nos impele a ler tudo de uma só vez.
Só não gostei muito do final, de resto adorei.

fonte: Bertrand

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Tão antigo e tão actual...


Este texto é de 1931.

Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que nunca havia reprovado um aluno antes, mas uma vez, reprovou uma turma inteira.

Esta classe em particular tinha insistido que um regime igualitário realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo."

O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência igualitária nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas de avaliação nas provas."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma, e portanto seriam "justas." porque iguais. Isso quis dizer que todos iriam receber as mesmas notas, o que significou que ninguém iria ser reprovado. Isso também quis dizer que obviamente ninguém iria receber um "20"...

Depois das primeiras avaliações sairem foi feita a média e todos receberam "13". Nesta altura quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram felizes da vida com o resultado.

Quando a segunda prova foi feita os alunos preguiçosos continuaram no seu ritmo , pois que acreditavam que a média da turma os continuaria a beneficiar. Já os alunos aplicados entenderam que também eles teriam direito a baixar o ritmo , agindo contra a sua própria natureza.

Resultado, a segunda média das avaliações foi " 8".

Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral acabou por descambar e voltou a descer para o "5".

As notas nunca mais voltaram aos patamares mais altos, mas ao invés , as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações e inimizades que passaram a fazer parte daquela turma.

No final das contas, ninguém se sentia obrigado a estudar para beneficiar o resto da sala. Resultado : Todos os alunos chumbaram naquela disciplina... porque todos eram «iguais».

O professor explicou que a experiência igualitária tinha falhado porque ela traduziu-se na desmotivação dos participantes. Preguiça e mágoa foi o resultado. "Quando a recompensa é grande", disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de acções que punam os mais afortunados pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, obriga a que outra pessoa deva trabalhar sem receber. O governo não pode «dar» a alguém aquilo que tira a outro alguém. Quando metade de uma população começa a entender a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustenta-la, e quando esta outra metade entende que não vale a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a." ( Adrian Rogers, 1931)

Obrigado Fátima pela partilha deste texto!

imagem retirada daqui

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Defying Gravity...




Something has changed within me

Something is not the same

I'm through with playing by the rules

Of someone else's game

Too late for second-guessing

Too late to go back to sleep

It's time to trust my instincts

Close my eyes: and leap!



It's time to try

Defying gravity

I think I'll try

Defying gravity

Kiss me goodbye

I am defying gravity

And you wont bring me down!



I'm through accepting limits

''cause someone says they're so

Some things I cannot change

But till I try, I'll never know!

Too long I've been afraid of

Losing love I guess I've lost

Well, if that's love

It comes at much too high a cost!



I'd sooner buy

Defying gravity

Kiss me goodbye

I'm defying gravity

I think I'll try

Defying gravity

And you wont bring me down!



I'd sooner buy

Defying gravity

Kiss me goodbye

I'm defying gravity

I think I'll try

Defying gravity

And you won't bring me down!

bring me down!